Muito além da conversa mole dos futurólogos e gurus de plantão, o diálogo entre as pessoas e as marcas já é uma realidade. E não é de hoje.
O mais legal é que essa conversa não virou exatamente o que alguns esperavam. No lugar do "consumidor poder comprar um produto com o seu controle remoto", as pessoas ganharam um poder muito maior, o de definir o que uma marca é e o que se fala dela. A comunicação ficou mais complexa, mas também mais orgânica; mais sujeita à mudanças de percurso, mas também mais interessante.
Essa é uma realidade que as marcas que estão aprendendo a explorar e que exige um jeito diferente de se trabalhar. São novas possibilidades, que carregam novas perguntas. Como fazer parte dessas conversas? Como colaborar com elas? Como aprender a ouvir? Mais do que tudo, como fazer para tornar essas conversas realidade e não ficar só no blá blá blá?
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Comentários meus: Sócrates foi o pai desta criança, descrito no livro do Platão. A empresa Ford foi o ícone da produção em massa, e está falindo. A comunicação em massa está em crise, a remuneração dos produtores de comunicação está em cheque, e o homo sapiens volta para o centro do palco, ou, os seres humanos se conectam, interagem, e, finalmente, conversam.




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